A comercialização se constitui como um grande desafio para a agricultura familiar. O Governo Federal, preocupado com o tema, vem promovendo uma série de ações para dinamizar a comercialização dos produtos oriundos da agricultura familiar, no sentido de superar os entraves, melhorando sua qualidade de vida, aumentando a renda dos agricultores, através da organização dos produtores, da qualificação dos produtos e da capacitação para acesso aos mercados. A Rede de Comercialização é uma estratégia de articulação entre as organizações de Assistência Técnica e Extensão Rural e a Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Tem como objetivo promover o intercâmbio de experiências no tema da promoção comercial dos produtos da agricultura familiar, bem como a disponibilização de subsídios na formulação e divulgação de programas e políticas públicas de comercialização, sobretudo o Programa de Aquisição de Alimentos – PAA. Além disso, visa a formação de agentes no tema da comercialização. As principais ações da Rede de Comercialização dizem respeito ao PAA e suas modalidades, uma vez que este constitui-se como principal programa de comercialização do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Através da rede, podem ser demandados: capacitação para elaboração de projetos para acesso ao PAA, atividades (oficinas, reuniões, seminários) de divulgação do programa, auxílio no acesso às modalidades do PAA, entre outras. As ações da rede direcionam-se, ainda, ao fortalecimento das iniciativas estaduais/locais que promovam o acesso dos agricultores familiares ao mercado. segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Redes Temáticas de ATER » Comercialização
A comercialização se constitui como um grande desafio para a agricultura familiar. O Governo Federal, preocupado com o tema, vem promovendo uma série de ações para dinamizar a comercialização dos produtos oriundos da agricultura familiar, no sentido de superar os entraves, melhorando sua qualidade de vida, aumentando a renda dos agricultores, através da organização dos produtores, da qualificação dos produtos e da capacitação para acesso aos mercados. A Rede de Comercialização é uma estratégia de articulação entre as organizações de Assistência Técnica e Extensão Rural e a Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Tem como objetivo promover o intercâmbio de experiências no tema da promoção comercial dos produtos da agricultura familiar, bem como a disponibilização de subsídios na formulação e divulgação de programas e políticas públicas de comercialização, sobretudo o Programa de Aquisição de Alimentos – PAA. Além disso, visa a formação de agentes no tema da comercialização. As principais ações da Rede de Comercialização dizem respeito ao PAA e suas modalidades, uma vez que este constitui-se como principal programa de comercialização do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Através da rede, podem ser demandados: capacitação para elaboração de projetos para acesso ao PAA, atividades (oficinas, reuniões, seminários) de divulgação do programa, auxílio no acesso às modalidades do PAA, entre outras. As ações da rede direcionam-se, ainda, ao fortalecimento das iniciativas estaduais/locais que promovam o acesso dos agricultores familiares ao mercado. sábado, 28 de janeiro de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
VISITA
Representantes do Fórum de Economia Popular e Solidária de Jaboatão visitam o gabinete do Vereador Pastor Edmilson.
O gabinete do Vereador Pastor Edmilson recebeu nesta quarta-feira 25 de janeiro, a visita do Coordenador do Fórum de Economia Popular e Solidária, Ronaldo Bezerra, acompanhado do Sr. José Edson. A cortesia teve o objetivo de agradecer ao vereador por cumprir sua função como legislador e em especial por dedicar-se a criação da lei nº 711/2011 que muito beneficiará a população jaboatonense. Ainda segundo o coordenador, com a criação da lei o Fórum de Economia Popular e Solidária parte do zero tirando aproximadamente 15.000 pessoas que vivem direta e indiretamente da economia do anonimato.
Representando o vereador o assessor, Marques, manifestou agradecimento pela visita dos representantes, dizendo da alegria e satisfação por estarmos contribuindo com o advento da lei, que muito contribuirá para o fomento e desenvolvimento dos pequenos, micro e empresários autônomos já conhecedores da economia solidária em Jaboatão.
“Até as menores das verdades só devem ser ditas a quem tem a capacidade de entendê-la.” Marques.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
REUNIÃO DO FEPS-RMR
Estamos confirmando o local e o dia da reunião do fórum Estadual para o dia 30 e 31 de janeiro na FAFIRE e gostaria de poder contar com a sua colaboração na mobilização para participação das pessoas que representam o fórum nas regiões.
Informo também, que estou pedindo a colaboração financeira dos parceiros do fórum para os custos das oficinas de planejamento.
Enviarei e-mail para o marista, a Caritas NE, Casa da Mulher do Nordeste, peço que se possível me mande os contatos desses e de outros parceiros que possamos contar para garantir alimentação e passagem para os empreendimentos.
Gostaríamos de poder contar com a contribuição também do CEFES.
Esperamos contar com pelo menos 30 empreendimentos.
Espero contar com a mobilização de todos , pois sabemos da importância desse momento.
Sonia leal
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Vereador Pastor Edmilson tem mais um Projeto de Lei Aprovado.
Jaboatão mais uma vez ganha com a legalização da Lei nº 711/2011 de autoria do Vereador Pastor Edmilson.
A lei institui a Política Municipal de Fomento à Economia Popular e Solidária no Município de Jaboatão dos Guararapes, a qual terá como diretriz fundamental a promoção da Economia Popular e Solidária e o desenvolvimento de grupos organizados auto gestionários de atividades econômicas, visando sua integração no mercado de trabalho e a auto sustentabilidade de suas atividades.
"Um importante passo para o desenvolvimento da nossa cidade, cujo esforço tenho dedicado em minhas atividades como parlamentar deste Município desde que criei o Projeto de Lei com esse fim específico.
Assim, me congratulo com o prefeito Elias Gomes e com todos que propiciaram mais esta luta a favor dos Jaboatonenses." Ver. Pastor Edmilson
Veja o projeto de lei aqui.
Postado por Pastor Edmilson
AGRICULTORES(AS) e ECOSOL DE JABOATÃO PREJUDICADOS
O resultado da chamada publica do Jaboatão, não agradou em nada os agricultores do municipio, vale salientar que ela prejudica diretamente a agricultura familiar do JG em função de quê na extensa área rural do município que representa 43% do território com 14 mil agricultores(as) estão fora do fornecimento da alimentação escolar; o que é mais surpreende é a escolha do cardápio (MEL,IORGUTE,LEITE, BANANA).Não contemplando a diversidade de hortifrúti que é produzido em escala significativa em JG. Todas as Cooperativas selecionadas são de fora de Jaboatão que tem mais de 700 DAPs* Físicas ativas e homogadas pelo MDA* aptas a participarem desta chamada publica.Em novembro na realização do FEPS-JG foi uma das revindicações mais acentuadas feitas por lideranças dos agricultores(as) de vila dos palmares, Muribeca rua, PA camarço e santana. O que foi ignorado pelas autoridades do município presentes.
*(DECLARAÇÃO DE APTIDÃO AO PRONAF). que dá direito do agricultor participar dos programas PAA e PNAE.* MDA Ministério do desenvolvimento agrário.
LINK DO RESULTADO.
http://educacao.jaboatao.pe.gov.br/divulgacao_chamada_publica_2011.pdf
Fábio Roberto
Sec. Executiva do FEPS-PE.
WWW.MAPRASOCIL.BLOGSPOT.COM
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Organizações das finanças solidárias.
Apesar de relativamente pouco conhecido, o movimento de finanças solidárias possui já um lastro histórico de cerca de dois séculos, se buscarmos suas origens no cooperativismo de crédito inspirado nos movimentos de Rochdale. Ao longo deste período, foi assumindo diversas formas organizacionais e diversificando as modalidades de sua intervenção.
Nos anos recentes, principalmente a partir dos anos de 1970, especialmente com a repercussão da experiência do desenvolvimento do microcrédito em Bangladesh, de constituição do Graemen Bank, sob a liderança do prof. Mohammed Yunus, este tipo de movimento passou a ser mais conhecido e estudado.
Dentre os tipos das organizações de finanças solidárias, deste modo, podemos citar:
a) cooperativismo de crédito;
b) organizações de microcrédito e microfinanças;
c) bancos comunais (ou comunitários);
d) fundos solidários;
e) moedas sociais;
f) bancos alternativos;
g) sociedades de garantia;
h) redes de estudo, intercâmbio de experiências e de fomento;
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Origens da Abordagem de Economia Solidária.
A idéia ea prática de "economia solidária" surgiu na América Latina em meados dos anos 1980 e floresceu em meados dos anos 90, como uma convergência de pelo menos três tendências sociais. First, the economic exclusion experienced by growing segments of society, generated by deepening debt and the ensuing structural adjustment programs imposed by the International Monetary Fund, forced many communities to develop and strengthen creative, autonomous and locally-rooted ways of meeting basic needs. Primeiro, a exclusão econômica experimentada por segmentos crescentes da sociedade, gerada pela dívida aprofundamento ea consequente programas de ajuste estrutural impostos pelo Fundo Monetário Internacional, forçou muitas comunidades para desenvolver e fortalecer maneiras criativas, autônomas e localmente enraizada de satisfazer necessidades básicas. These included initiatives such as worker and producer cooperatives, neighborhood and community associations, savings and credit associations, collective kitchens, and unemployed or landless worker mutual-aid organizations. Estas iniciativas incluídas, tais como trabalhadores e cooperativas de produtores, associações de bairro e comunidade, associações de poupança e crédito, cozinhas coletivas, e os desempregados ou sem-terra trabalhador ajuda mútua organizações.
Insatisfação, segundo crescente com a cultura da economia de mercado dominante levou grupos de pessoas mais privilegiadas economicamente a procurar novas formas de gerar meios de vida e prestação de serviços. From largely a middle-class "counter-culture"-similar to that in the Unites States since the 1960's-emerged projects such as consumer cooperatives, cooperative childcare and health care initiatives, housing cooperatives, intentional communities, and ecovillages. De em grande parte um de classe média "contra-cultura", semelhante ao de os Estados Unidos desde os projetos 1960's-emergiu como cooperativas de consumo, guarda de crianças cooperativas e iniciativas de saúde, cooperativas de habitação, comunidades intencionais, e ecovilas. There were often significant class and cultural differences between these two groups. Havia muitas vezes significativa da classe e as diferenças culturais entre esses dois grupos. Nevertheless, the initiatives they generated all shared a common set of operative values: cooperation, autonomy from centralized authorities, and participatory self-management by their members. No entanto, as iniciativas que geraram todos compartilhavam um conjunto comum de valores operatório: a cooperação, a autonomia das autoridades centralizado e participativo autogestão pelos seus membros.
A terceira tendência trabalhou para ligar os dois levantes populares de economia solidária entre si e ao contexto mais amplo sócio-econômicas: emergentes movimentos locais e regionais estavam começando a forjar conexões globais em oposição às forças da globalização neoliberal e neocolonial. Seeking a democratic alternative to both capitalist globalization and state socialism, these movements identified community-based economic projects as key elements of alternative social organization. Buscando uma alternativa democrática para tanto a globalização capitalista e socialismo de Estado, esses movimentos identificados com base na comunidade projetos econômicos como elementos-chave da organização social alternativa.
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